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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Os antibióticos já estão falhando

A Organização Mundial de Saúde, OMS,  informa que os antibióticos estão falhando em todo o mundo contra os micróbios que causam a tuberculose, pneumonia, diarreia e infecções do sangue, feridas e do trato urinário. Pior do que nunca micróbios Staphylococcus aureus resistentes à drogas de meticilina, mostrou ser atacado por uma célula imunológica (verde) nesta micrografia, estão entre as muitas bactérias se tornando mais prevalente. Os micróbios resistentes aos antibióticos de primeira linha estão agora difundidos em todo o mundo, o que representa um risco de que as infecções rotineiramente derrotadas pelas drogas no passado, não serão suscetíveis a eles no futuro. Um relatório da Organização Mundial de Saúde em 30 de Abril encontra altas taxas de resistência em diversos bairros contra micróbios comuns que causam a tuberculose, pneumonia, diarreia e infecções do sangue, feridas e do trato urinário. Além disso conhecidos por estafilococos, estreptococos e as bactérias E. coli, que cita crescente resistência aos fármacos das bactérias salmonelas e que causam gonorreia, bem como em agentes não-bacterianos que causam a malária e do HIV. Sem vigilância da doença concertada e colaboração para retardar a propagação de micróbios resistentes, o mundo caminha para uma "era pós-antibióticos", alerta Keiji Fukuda a  diretor-geral assistente para segurança sanitária da OMS. A OMS divide o mundo em seis regiões. Constatou-se que cinco das seis relataram altas taxas de resistência em casos hospitalares relacionados ao E. coli e Staphylococcus aureus. Fármaco-Resistência a fármacos pela Klebsiella pneumoniae mostrou-se em todas as seis regiões. Grupos de antibióticos perdendo sua força incluem as penicilinas, cefalosporinas, fluoroquinolonas e carbapenens. Resistência às drogas resulta em maiores taxas de morte por doença, maior tempo de internação para aqueles que sobrevivem e maiores custos médicos. Editor PGAPereira. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Lazer, o que nossas cidades não têm

Piazza, Itália
Quando o assunto é lazer o Brasil fica lá atrás. O seu folclore não expressa cultura erudita, mas um entulho de oportunismo para alegrar os analfabetos. O carnaval, por exemplo, é uma repetição de alegoria e ritmos que dão penas, uma baixaria, uma pobreza de espíritos.  Você gostaria de passar uma noite ouvindo mestres de maracatus a sambar? Duvido que não, eles introjetaram o seu cotidiano nas prosas, por sinal, muito restrito e pobre, nos versos capengas de suas sambadas. Eles fazem prosas recitando os nomes daqueles que podem os auxiliar na compra de bebidas alcoólicas.  Quer outro exemplo, as quadrilhas de São João, com repetição ano-a-ano de querelas sem graça alguma, os noivos, o padre, alavantur, anarrier, ridículo, o que é isso matuto? Os folclores brasileiros, o folclore nordestino, ficaram presos a um círculo vicioso por falta de cultura da sua gente. Não tem um improviso exuberante, não sabem sair das mesmices, um desespero ao representar cenas de artes populares. Orquestras, coros, quartetos, tenores de óperas, peças teatrais, tudo muito apreciado na Europa e que não têm vez aqui no Brasil. Tardes de domingo são reservadas para assistir jogos de futebol nos estádios, e raramente ir a um show em praça pública animado por bandas medíocres executando músicas brasileiras líricas: forró, sertanejo, samba e brega. O futebol na Europa é muito prestigiado, mas não tira os asfixionados do folclore culto. Já enjoei dessas festas nordestinas, não têm mais graça, já não me cativa, nem ligo para me ausentar de seus festejos, não têm conotação alguma na minha vida, não me dão mais prazer, são as mesmas de sempre, sofríveis e mal-cheirosas. Onde na Europa é um fenômeno espontâneo com muitos adeptos, no Brasil não têm vez, eles sumiram no tempo, hoje restrito a poucas capitais brasileiras. A classe média sente a falta de seus lazeres prediletos e que lhe dão prazer de viver uma vida emocionante. Porém, os prefeitos e os governadores não querem gastar o dinheiro público para deleitar uma minoria privilegiada, eles dizem que não há retorno de votos visto que a classe média é uma pequena minoria, em seu lugar eles preferem shows de bandas brasileiras populares para obter a maioria dos votos de seu eleitorado pobre e analfabeto. Uma coisa não atrapalha a outra, o orçamento devia ser participativo com votação de todos os interessados, afinal esperamos uma mudança de atitudes nas secretarias de cultura das prefeituras do Brasil e fazer desse País uma nação onde todos têm vez, são assistidos pelos poderes públicos quanto ao seu estilo de lazer e poderem votar em políticos capazes e que carregam bagagem intelectual como um modo salutar de gestão pública. As tardes de domingo tem algum significado para você? Os políticos necessitam ensinar, fazer valer sua vontade à classe menos culta e aos mascates, mostrar a eles que sua arte é mesquinha e repugnante, e que precisam ser educados e orientados pelo poder público para o bem do Brasil. Editor PGAPereira.       

quarta-feira, 16 de julho de 2014

De onde veio o nome Jacu dado a Buenos Aires?




Há 3 espécies de Jacus: 1) Jacu verdadeiro ou Penélope jacucaca (Fig. 1  e 2). "P. jacu-caca é parente próximo de P. ochrogaster... e P. pileata... Eles formam um grupo natural no gênero, caracterizado pela estreita faixa preta que separa as sobrancelhas brancas dos lados sem penas da cabeça..." (p. 474). Habitats de floresta para P. jacucaca, a saber: mata úmida de terra firme no Maranhão; mata seca, na transição entre mata úmida e Caatinga ou Cerrado floresta seca de palmeiras ("Trockener Palmenwald"); e mata de várzea e de galeria. Curiosamente, ele não incluiu vegetação secundária ou Caatinga.  Mais recentemente, a espécie foi encontrada em mata seca, mata úmida, Caatinga secundária, e outros tipos de vegetação. 2) Jacu-de-spix (Fig. 3) - O jacu-de-spix é uma ave galliforme da família Cracidae.  Do (latim) pene = quase; e do (grego) lophos = crista; e do (tupi) jacu nome indígena para esta ave do gênero Penélope; e guaçu = grande; jacú guaçú = jacú grande. ⇒ Jacu grande com crista parcial. Mede de 66 a 76 centímetros de comprimento e pesa de 1,25 a 1,80 quilos. Tem dieta predominantemente frugívoro, atuando como importante dispersor de sementes. Ocorre no interior de matas de terra firme, matas de galeria, matas de várzea e clareiras. Localmente comum, é visto aos pares ou em pequenos grupos no subdossel ou no solo. Substituto geográfico do jacuaçu na Amazônia ocidental, no Amazonas, Pará, Roraima, Acre e Rondônia. 3)  Jacu-de-barriga-castanha (Penélope obscura) (Fig. 4) - O Jacu-de-barriga-castanha é uma ave galliforme da família Cracidae.  Do (latim) pene = quase; e do (grego) lophos = crista; e do (grego) ochra = amarelo pálido, ocre, castanho; e gastër = barriga. Ave com crista parcial barriga castanha. Características - Como os outros jacus, parece uma grande galinha de rabo e asas compridas, medindo cerca de 77 centímetros. Cabeça pequena e pescoço longo. A cor das costas e cauda é cinza escuro, quase negro, manchado de pequenos riscos claros, chegando a serem brancos nas costas. Na cabeça, pescoço e barriga, a cor de fundo é marrom avermelhada escura, com riscas brancas ou claras. A cabeça é um pouco mais avermelhada, com uma risca cinza claro acima dos olhos. A pele nua ao redor os olhos é escura, fazendo forte contraste com a barbela de pele vermelho escuro, pendendo abaixo. Essa barbela é mais ou menos visível, conforme a ave está assustada ou não. Sob perigo, contrai a musculatura e diminui a visualização desse sinal. O bico é escuro e os pés claros. Ao contrário dos outros jacus, não costuma ficar dando seguidos gritos de alarme como ocorre com a guiné. Alimenta-se de flores de ipês (ou piúvas, nome pantaneiro), de tarumãs e cipós nas árvores durante a florada. Os outros jacus alimentam-se de material vegetal, frutos, sementes e invertebrados no solo. Como anda muito no chão, pode ser que também tenha os mesmos hábitos alimentares. É uma espécie pouco conhecida na natureza. Tem um comportamento arredio, afastando-se ao menor sinal de perturbação. Apesar do seu tamanho e voo pesado, rapidamente movimenta-se do chão ou partes baixas da mata para a copa e desaparece entre as folhas. Geralmente, é vista como uma silhueta de passagem, assustada. Tem como habitat florestas secas tropicais ou subtropicais e pântanos subtropicais ou tropicais. Finalmente, qual deles tinha como habitat a Mata Atlântica que cobria a Vila Jacu? Segundo meu pai Antônio Gomes de Araújo Pereira, Jacu era toda ela uma mata com árvores fruteiras, sua última porção, e que eu presenciei, fora o sítio do Guindaste que se situava por trás do Banco do Brasil, hoje. Uma das primeiras habitações foi o sobrado, hoje os Correios, no qual o meu pai, um empregado, vendia carne charque aos donos de engenho. Depois se construiu sua casa (eu morei lá), onde hoje está erguida a Igreja Católica. O comércio da antiga Vila deveu-se aos riquíssimos senhores de engenho das proximidades que fez Jacu se prosperar, e para deleite dos donos de engenhos meu pai formou uma pequena orquestra para animar tanto as festas dos engenhos de açúcar, como acompanhar e tocar nas procissões da Vila. Era lá no 1º andar do sobrado que ele regia a orquestra de frevo e valsas vienenses nos carnavais arretados da Vila Jacu, e que depois um padre trocou seu nome para Buenos Aires, descaracterizando a verdadeira origem do nome da Cidade. Eu pessoalmente não gostei de tomarem um nome emprestado de uma capital estrangeira, é o pulo do gato. Para mim, devia-se fazer um plebiscito com seus moradores e voltar ao seu antigo e verdadeiro nome com raízes na Mata Atlântica. Mas, não espere muito, povo sem cultura não sabe escolher o melhor para a comunidade. O nome verdadeiro seria JACUCACA, enquanto em Minas Gerais temos a Jacutinga que não os envergonha. Quem sabe, anos à frente um prefeito lasqueira obrigue seus munícipes a votarem pela volta do nome verdadeiro da Cidade.   Editor PGAPereira, Químico Industrial.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Medicação segura para idosos

Se você se estabeleceu nos seus 60 anos ou na posição em sua nona década, você deve ser extremamente cuidadoso ao tomar prescrição e medicamentos não receitados por médicos. E se você está cuidando de seus entes queridos mais velhos, você deve ajudá-los a ficar em segurança. Quanto mais velho você fica, é mais provável que você use outros medicamentos que podem aumentar a chance de interações medicamentosas prejudiciais. E, à medida que envelhecemos, as mudanças do corpo podem afetar a forma como os medicamentos são absorvidos, levando a complicações potenciais. Por exemplo, o fígado e os rins podem não funcionar tão bem, o que afeta a forma como a droga se rompe e deixa seu corpo. E mudanças em seu sistema digestivo pode afetar a forma como as drogas chegam a sua corrente sanguínea rapidamente. "Não há dúvida de que haverá mudanças na fisiologia a medida que envelhecemos. Muitas condições médicas crônicas nem sequer aparecem até nossos anos mais tarde", explica Sandra L. Kweder, MD, FACP, vice-diretora do Food and Drug Administration (FDA), Escritório de novas drogas. "Não é que as pessoas estão caindo aos pedaços; algumas mudanças são apenas parte do processo normal de envelhecimento." Leia sobre quatro dicas importantes.Tome medicamentos como prescritos - Tome o seu medicamento regularmente e de acordo com as instruções do seu médico. Não salte doses ou pare de tomar a medicação sem antes consultar o seu fornecedor. (Isto é verdadeiro mesmo se você estiver sentindo-se melhor, ou se você acha que o medicamento não está funcionando.) "A medicação não pode funcionar a menos que você a tome", diz Kweder. "Por exemplo, medicamentos que tratam de doenças crônicas, tais como pressão arterial elevada e diabetes normalmente só funcionam quando tomados regularmente e quando dirigidos. Você tem que tomá-los continuamente para manter o controle sobre a sua condição." Dosagens de medicamentos baseiam-se em estudos clínicos, diz o FDA. "Todo  medicamento é realmente diferente e é dosado de acordo com o que está sendo testado", diz Kweder, que é uma razão pela qual você não deve selecionar uma mesma dose. Se você está tendo efeitos colaterais incômodos ou tiver outras dúvidas, fale com o seu prestador de cuidados de saúde. Mantenha uma lista de Medicação -  Anote o que você está tomando e mantenha a lista com você. Considere dar uma cópia para um amigo ou ente querido que você confia - um passo importante, especialmente em caso de emergência, e quando você estiver viajando. Anote o nome da marca do medicamento, se for o caso, e o nome genérico. Também anote quantas vezes e qual a posologia que você toma. (Por exemplo, um comprimido diário, a 300 mg.) Finalmente, anote quando você tomar cada medicamento. "Você deve saber melhor de seus medicamentos do que o médico", diz Kweder. Esteja ciente de Possíveis interações - Lembre-se, como você envelhece, você está em maior risco de interações medicamentosas. Interações podem ocorrer quando: Uma droga afeta o modo como outra droga funciona; A condição médica que você tem faz com que um determinado medicamento torne-se potencialmente prejudicial; Um alimento ou bebida não alcoólica reage com uma droga; Um medicamento interage com uma bebida alcoólica. Qual a sua tarefa? Saiba quais interações são possíveis. Você pode fazer isso lendo cuidadosamente as etiquetas de fatos sobre este medicamento e as informações que vem com os seus medicamentos de prescrição, e revendo todas as instruções especiais com o seu prestador de cuidados de saúde. Por exemplo, a nitroglicerina, que trata a angina (dor no peito relacionada com a doença cardíaca), não deve ser tomada com muitos medicamentos para a disfunção eréctil, incluindo Viagra e Cialis, porque interações graves podem ocorrer. E algumas drogas não devem ser feitas com álcool, como sintomas que resultam tais como perda de coordenação e perda de memória. Se você está vendo vários prestadores de cuidados de saúde, faça ele saber de cada um de todos os seus medicamentos e suplementos. Você também pode pedir ajuda ao seu farmacêutico sobre as possíveis interações. Revisão de medicamentos com seu prestador de cuidados de saúde -  Agende pelo menos uma revisão anual dos seus medicamentos com o seu prestador de cuidados de saúde para confirmar quais os medicamentos ainda são necessários e quais você pode parar de tomar (se houver). Se um determinado medicamento parece fora de seu orçamento, pergunte ao seu médico se existe um mais barato, e ainda uma alternativa eficaz. Esta avaliação pode ajudar a evitar interações e pode diminuir os custos. Às vezes, especialmente se você está vendo vários provedores, algumas questões podem cair através das rachaduras, diz Kweder. Mas, diz ela, não existe tal coisa como uma pergunta estúpida sobre medicina. "Como uma sociedade, nós nos tornamos dependentes de produtos farmacêuticos para nos ajudar a alcançar uma vida  com maior qualidade por mais tempo. É um maravilhoso sucesso da medicina ocidental ", acrescenta. "O objetivo deve ser para cada um de nós ter acesso a esse benefício, mas respeitando que os medicamentos são negócios sérios. Para tirar o máximo proveito deles, você deve tomá-los com muito cuidado e de acordo com as direções." por Paulo Gomes de Araújo Pereira, Químico Industrial.  

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Como zerar os prejuízos com as chuvas fortes de Recife


Basta observar as fotos de ruas alagadas de Recife para constatar os prejuízos com os estragos de utensílios domésticos submersos nesses lamaçais imundos. Os secretários do prefeito Geraldo Júlio desconhecem os custos com a elevação dos pisos dessas residências de pobres. Quem reside em Recife ou nos seus arrabaldes certamente já se deparou com situações vexatórias de águas empoçadas em muitas ruelas e becos que adentram as residências, simplesmente que os prefeitos e seus secretários não enxergam bem a dinâmica das estações. Se não querem gastar um pouquinho de verbas públicas com a elevação dos níveis dos calçamentos, pelo menos crie um mutirão com os milhares de pedreiros e seus ajudantes para tocar a grande obra. Primeiramente deviam fazer o levantamento de cotas de todo o solo da cidade de Recife, fotografar áreas de bairros do Recife, e por fim completar o serviço de topografia com medidas dos altímetros. A partir daí, cada morador de ruas alagadas receberia em mãos um livreto da prefeitura explicando detalhadamente qual a solução tomar para impedir que a água empossada de sua rua invada os aposentos de sua residência tornando seus utensílios domésticos imprestáveis. Quer uma dica, você não vai gastar uma fortuna para eliminar por completo a intromissão dessa água podre de sua rua em sua residência. Compre tijolos de 8 furos e imediatamente tampe seus furos com uma argamassa feita nas seguintes proporções: 3 porções de areia lavada, 3 porções de brita fina, 1 porção de cimento; misture-os bem, acrescente água aos poucos até virar uma pasta mole e vá tapando os buracos ou furos dos tijolos para impedir a saída de escorpiões para o interior de sua residência. Observe o aspecto da massa uniforme, sem notar amostras de pó de cimento não misturadas a areia e brita, neste caso mexer a mistura por mais alguns segundos. Compre brita de pedras pequenas, cimento e areia lavada em um armazém de construção perto de sua casa. São 16 tijolos deitados formando 1 m2 com 12 centímetros de altura. Para se obter 1 metro de altura é só multiplicar por 8, portanto 8x16 = 128 tijolos por metro quadrado  de altura. Você quer saber a quantidade total de tijolos? Multiplique por 16 a largura da residência em metros pela sua extensão em metros, vezes 1 metro (de altura). Quando for colocar outra camada de tijolos por cima, junte-os com uma fina camada da mesma massa que tapou os furos. Use uma peça de madeira reta com o tamanho de 1 metro para nivelar as camadas de tijolos. A brita rende muito e é muito barata. Para fazer o acabamento com cerâmica, contrate o serviço de pedreiro, aí já é tarefa para profissionais da área. Tome cuidado para não adiar o início desse serviço por vários dias visto que esses tijolos podem trazer com eles escorpiões, muito freqüente em olarias e empestar sua residência com animais peçonhentos que se escondem nesses buracos de tijolos, mas podem alcançar 25 metros da casa com a maior esperteza. O escorpião de cor amarela é muito perigoso, sua picada pode matar a vítima. Eu mesmo fui parar no Hospital da Restauração de Recife, mas a enfermeira ficou sem ação, o Hospital não tinha soro específico para o caso (eu levei o escorpião morto em um vasilhame de plástico), e pedir para ser consultado por um médico que me receitou tomar 2 cápsulas de um analgésico poderoso para ficar desacordado, dormir, caso a dor no local da picada tornasse insuportável dentro de 12 horas após a picada. Foi o que me ocorreu, e estou vivo para contar a minha história. Esse projeto para elevação de nível do chão da residência não chega a ser uma solução ideal, mas resolve de uma vez o infortúnio de perder todos os pertences, roupas, móveis, automóveis, livros, TVs, sons, documentos em poucas horas. Há caso onde a elevação de 1 metro não dá conta, pois essas medições devem ultrapassar a marca mais alta deixada nas paredes da casa nas várias enchentes de sua rua. Quando morava em Monsenhor Fabrício durante a enchente, parece-me em 1975 quando as paredes da barragem de Tapacurá se romperam, o nível mais alto da água dessa enchente atingiu 2 metros de altura na parede da casa. Então subir para o sótão e esperei a água da enchente baixar até o nível do piso, mesmo assim deparei-me com cobras verdes, cascavéis pequenas próximas às garrafas de coca-cola na cozinha, pisei em uma cobra marrom – aliás, a maioria das cobras são marrons vistas de cima - ela preparou o bote para morder meu pé, mas estava sonâmbula e conseguir malá-la sem grande esforço. Essas águas de enchentes são uma mistura de várias águas que estão abaixo do nível do chão, como por exemplo, água com fezes de fossas residenciais, as fossas sépticas vomitam pela bacia sanitária quando as águas da enchente as penetram por suas fissuras. A cor dessas águas é escura ou preta, e devem transportar muitos micróbios e doenças. É uma calamidade ter de se submeter a esse capricho da natureza, no entanto, uma pequena ajuda da prefeitura evitaria suas conseqüências desastrosas. Eu e você que passou por várias pequenas e grandes enchentes ficamos magoados com a falta de escrúpulos desses prefeitos cabisbaixos de Recife, e que nunca deveriam ocupar o grande cargo que lhe foi dado pela população pobre e sofredora. Nós moradores pobres de Recife carregamos as máculas vergonhosas por não termos sido amparado pela Secretaria de Saúde do nosso Município. Editor Paulo Gomes de Araújo Pereira, Químico Industrial. 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Ratos e baratas nos supermercados de Recife

Alimentos impróprios para o consumo e presença de baratas e fezes de roedores levaram à interdição do supermercado Kipreço, localizado no bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife. Esse foi o 18º supermercado fechado pelos órgãos fiscalizadores. De acordo com a Vigilância Sanitária, o supermercado não oferecia condições higiênico-sanitárias adequadas e vai ficar fechado por tempo indeterminado. Tanto as fezes de roedores quanto as baratas foram encontradas dentro da loja e no depósito. O supermercado vai responder a um processo administrativo e deve pagar uma multa entre R$ 40 e R$ 400 mil. A Vigilância Sanitária ainda não atuou no interior do Estado de Pernambuco, mostrando uma falta de agentes que perdura por décadas. Isso é uma afronta a saúde dos pernambucanos que não têm a quem recorrer no caso de infrações graves dos estabelecimentos comerciais que comercializam seus produtos alimentícios do jeito que eles querem. Na verdade faltou interesse da governadoria do Estado que sempre tratou o povo pernambucano com desprezo. O que mais chama a atenção aos frequentadores de supermercados e mercadinhos é falta de condições estruturais adequadas dessas firmas para armazenarem produtos alimentícios e sua conservação. Estou cansado de ver carnes verdes deterioradas com sinais de esverdeamento nas prateleiras, escurecimento e até presença de vermes. No supermercado onde faço compras, logo na entrada, percebe-se o ambiente inapropriado com a circulação do ar comprometida, completamente abafado sem ter para onde circular, uma temperatura bastante elevada para horto-fruti-granjeiros. E o que acarreta isso, podridão, mofo, sem contar com o cultivo natural de bactérias que se aproveita do deixa para depois que eu faço. Nesse ambiente promíscuo encontram-se nas prateleiras desde alimentos industrializados – a grande maioria – até venenos para matar insetos e roedores. Pense no caso extremo de vasão de conteúdo dessas embalagens por perfuração durante o seu manuseamento ou transporte. O que mais me intriga é a falta de uma norma da Vigilância Sanitária quanto à exigência de exaustores de ar ou aberturas nas paredes para a circulação do ar ambiente, janelas de vidros para recebimento da irradiação solar tão necessária a conservação dos produtos horti-fruti-granjeiros. O problema surge da necessidade de engenheiros na área de vigilância sanitária que quase sempre é feito por semi-analfabetos ou como se diz na gíria popular, expertos em tudo. O culpado por essa calamidade pública é o governador que nada faz ou não sabe resolver a questão. por Paulo Gomes de Araújo Pereira, Químico Industrial. 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Comer frutas e legumes, mas sem pesticidas

Os benefícios para a saúde de uma dieta rica em frutas e vegetais superam os riscos de exposição a pesticidas. Use o Guia do EWG da Shopper de Pesticidas ™ para reduzir suas exposições, tanto quanto possível, mas comer produtos convencionalmente crescidos é muito melhor do que não comer frutas e vegetais. O Guia do Shopper para pesticidas em produtos ™ lhe ajudará a determinar que frutas e verduras têm o maior número de resíduos de pesticidas e são os mais importantes para comprar orgânicos. Você pode diminuir sua ingestão de pesticidas, evitando as 12 frutas e legumes mais contaminados e escolher o produto menos contaminado. Pelo segundo ano, nós expandimos a Dirty Dozen ™ com uma categoria Plus para destacar duas culturas - abobrinha e folhas verdes maduras e couve especificamente. Estas culturas não preencheram os critérios tradicionais do Dirty Dozen™ mas eram comumente contaminadas com pesticidas excepcionalmente tóxicos para o sistema nervoso. Embora a Agência de Proteção Ambiental houvesse restringindo os usos dos pesticidas mais tóxicos, eles ainda são detectados em alguns alimentos. Por exemplo, feijão verde estava na lista do ano passado. Além disso, porque muitas vezes eles foram contaminados com dois organofosforados altamente tóxicos. Os pesticidas estão sendo retirados da agricultura nod EUA. Mas, as verduras ainda mostram resíduos de organofosforados e outros pesticidas perigosos. É por isso que eles estão na lista Plus de 2013. Testes em 2008 descobriu que algumas abobrinhas internamente crescidas - abobrinha e abóbora amarela crookneck - continham resíduos de pesticidas organoclorados nocivos que foram eliminadas da agricultura em 1970 e 1980, mas que persistem em alguns campos agrícolas. As plantas geneticamente modificadas, ou OGM, não são freqüentemente encontradas na seção de produtos de mercearias. Campo de milho, quase todos, que é produzido com sementes geneticamente modificadas, é usado para fazer tortillas, batatas fritas, xarope de milho, ração animal e biocombustíveis. Porque ele não é vendido como um vegetal fresco, não está incluído no Guia do Shopper do EWG de pesticidas em produtos. Nem é de soja, outra cultura fortemente OGM que faz o seu caminho em alimentos processados. As culturas geneticamente modificadas que possam ser encontradas em produzir corredores de supermercados norte-americanos são abobrinha, mamão Havaí e algumas variedades de milho doce. Mais mamão havaiano é uma planta geneticamente modificada, OGM. Apenas uma pequena fração de abobrinha e milho doce são OGM. Desde que a lei dos EUA não exige rotulagem de produtos OGM, EWG aconselha as pessoas que querem evitá-lo a comprar as versões cultivadas organicamente desses itens.No Brasil não há controle e fiscalização do uso de pesticidas na agricultura além da entrada clandestina por outros países vizinhos via fronteiras de pesticidas proibidos, visto serem mais baratos. por PGAPereira, Químico Industrial.