Por
PGAPereira. No dia Mundial do Meio Ambiente, informações confirmaram que um
terço dos alimentos consumidos cotidianamente ( um alimento de três que você
comeu) pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos, segundo análise de
amostras coletadas em 26 estados brasileiros, em uma pesquisa realizada pela
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esta mesma pesquisa mostrou
os alimentos mais contaminados por agrotóxicos no país, destacando-se na
primeira posição o pimentão (91,8%), seguido pelo morango (63,4%), pelo pepino
(57,4%) e pela alface (54,2%). Já o Mato Grosso destaca-se como o estado maior
consumidor de agrotóxicos do país (18,9%), seguido por São Paulo (14,5%). O
consumo de agrotóxico no Brasil aumentou significativamente. Enquanto o mercado
mundial de agrotóxicos cresceu 93%, o mercado de agrotóxicos brasileiro cresceu
190%. A diminuição dos preços dos agrotóxicos, que são isentos de imposto, é a
principal causa dos 953 milhões de litros de agrotóxicos pulverizados em 2011 –
data do último estudo – no Brasil. Além disso, houve aumento no plantio de
soja, que está entre as lavouras que mais precisam de agrotóxicos, o que
corresponde a 40% do total utilizado no país. O tomate, a laranja e o mamão
papaia são os que mais são pulverizados e com os agrotóxicos mais tóxicos. Rio
Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso são os estados que mais importam
clandestinamente agrotóxicos proibidos. Há outros meios seguros de combater
pragas de lavouras, como por exemplo, a irradiação que é muito usada nos
EUA. O que fazer, não existe
fiscalização suficiente nesse imenso Brasil. Futuramente é câncer na certa de
seus consumidores. Mas, o presidente e governadores são os responsáveis diretos
por não tomares medidas de combate ao uso indiscriminado de agrotóxicos.
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
A contaminação dos alimentos por agrotóxico
sábado, 8 de junho de 2013
Não me pagaram o terreno da Escola Prof. Jaime Coelho
por J. Alan. Uma das piores escolas
estaduais de Pernambuco, até hoje um dos seis herdeiros, Paulo Gomes, não
recebeu pela venda ao Estado de Pernambuco do terreno que ocupa a Escola Prof.
Jaime Coelho com 5 hectares na vila N. S. de Fátima sem número. Segundo o senhor Paulo Gomes ele
nunca que assinou documentação alguma para o Estado de Pernambuco. Esta Escola Jaime
Coelho foi uma invasão que precisa ser esclarecida pelo Estado de PE. Uma obra
que custou R$ 2 milhões de reais trouxe um prejuízo ao senhor Paulo Gomes, por
5/6 de um hectare, de aproximadamente R$ 500 mil reais, esse é o valor que ele obtém
se fosse loteado esse mesmo terreno. A Escola Jaime Coelho se caracterizou por
invasões de seu próprio chão pelos políticos do município doando terrenos para
fazer casas residenciais dentro de seu entorno, e 10 anos depois ocorreu a
invasão da propriedade Campinas também de Paulo Gomes, no entorno dessa escola
estadual, e que o senhor Paulo Gomes não teve assistência do então governador
Miguel Arraes ou de qualquer outro órgão estadual ou federal, perdendo este senhor
2 hectares. A prefeitura e o Estado de Pernambuco surrupiaram grandes soma de
dinheiro do senhor Paulo Gomes como, por exemplo, a Quadra Poliesportiva que
passou por reformas e mudou de nome e o campo de futebol com 5 hectares (até
hoje prefeitura e Estado de PE não pagou pela compra do terreno), a quadra de
esporte que estão refazendo ao lado da casa de Joaquim Ferreiro (com 3
hectares), a sede da prefeitura, e a Vila N. S. de Fátima com 12 hectares (2
hectares de Paulo Gomes) caracterizada como uma invasão e que até hoje o senhor
Paulo Gomes não recebeu absolutamente nada em dinheiro. O senhor Paulo Gomes
está perplexo com tanta roubalheira nesse município de Buenos Aires. Todos
sabem que o Estado de Pernambuco é um dos mais violentos do Brasil, aqui mandam
os pistoleiros que são muitos, os políticos macumbeiros, e toda sorte de
gangteristas e facções armadas passando despercebidos pela lei. É preciso que o
poder público estadual se imponha e faça essas turbas respeitar a lei. Se a
prefeitura forjou a invasão desses terrenos que ela pague aos proprietários, e
que não vai ficar a vida toda sem prestar conta da grande quantia envolvida
nessas desapropriações. O senhor Paulo Gomes, um pobre e sacrificado, não
merece essa covardia que lhe aprontaram. Esta Escola Jaime Coelho trouxe um
prejuízo enorme ao senhor Paulo Gomes uma vez que ele deixou de receber seus
proventos no governo de Eduardo Campos há seis anos simplesmente que os alunos
e a ex-diretora “Amo” usou de toda sacanagem e emboscadas durante 3 anos para
surrupiar seus vencimentos e o Estado de Pernambuco excluí-lo de seus
servidores. Segundo o Paulo Gomes, ele passou seis anos passando fome e sendo
ignorado pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco cujo secretário
era Danilo Cabral, o carrasco da leva de Eduardo Campos, com 3 mil casos de
professores afastados e que ficaram sem receber, semelhante ao dele. O senhor
Paulo Gomes não entende por que essa perseguição a ele, ou você acha que a
governadoria, a prefeitura de Buenos Aires-PE e outras organizações estão
fazendo esse jogo sujo para se aproveitar da carência da Justiça Federal nas
pequenas cidades de Pernambuco que o ex-presidente Lula queria implantar?
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Os sequelados pela esquistossomose em Pernambuco
por PGAPereira. A sina de pessoas expostas à falta de saneamento
e, por consequência, à esquistossomose, é cruel quando não se consegue vencer
efeitos do verme no organismo. Nas cidades em que o Programa de Enfrentamento
das Doenças Negligenciadas da Secretaria Estadual de Saúde encontrou elevada
transmissão e precária cobertura de água tratada e rede de esgoto, muitos são
os sequelados. Chama a atenção crianças e adolescentes com doença grave, um
indicador da atualidade do problema. Os irmãos Maria do Bom Despacho da Silva, 46 anos, e José
Severino, 60 anos, desde a infância sempre tomaram banho de rio. Os preferidos
eram o Tracunhaém e o Ribeiro, que passavam perto da casa deles, na zona rural
de Aliança, município da Mata Norte, a 90 quilômetros do Recife. O que os dois
não sabiam é que esse hábito tão aparentemente inofensivo e prazeroso iria
mudar o rumo da vida deles quando a maturidade surgisse. Aos 42 anos, ela ficou
paralítica e ele, a partir de 2012, passou a sofrer com hemorragias digestivas.
Cada um tem um tipo de manifestação da esquistossomose, a doença negligenciada
por décadas pelas políticas de saneamento e saúde. Maria do Bom Despacho e
Severino moram em Upatininga, uma das 15 regiões críticas de Aliança, mapeadas
pelo Sanar. Até hoje as pessoas de lá usam rio e fontes d’água duvidosas. Ao
entrar no lugar, é comum ver gente empurrando carro-de-mão com tambor d’água
retirada de cacimbas. Uma espécie de chafariz com água da Barragem do Engenho
Gameleira, segundo moradores, também abastece o lugar. Mas, em razão do baixo
nível dos mananciais, “o fornecimento é interrompido mais cedo”, conta um
funcionário que toma conta do serviço municipal. Além disso, moradores e
visitantes têm o hábito de nadar no rio como atividade de lazer. Na Ponte do
Cipoal, desfrutam de uma queda d’água da água do Tracunhaém, que recebe esgoto
sem tratamento e é habitat de caramujos infestados por larvas do parasita da
esquistossomose. “Começou com um bolo na barriga, comecei a evacuar preto e a
vomitar sangue”, conta Severino, que está afastado do trabalho no campo. A irmã
dele parou totalmente de andar, depois que apareceu uma dor na coluna. Ela
chegou a ser internada no Hospital da Restauração, no Recife, mas não conseguiu
mais retomar os movimentos. Vive, agora, dependente da filha e do pai. A grande
carga parasitária entope órgãos do aparelho digestivo, causando varizes de
esôfago ou cirrose hepática. Ao mesmo tempo, pode se alojar na medula, causado
a neuroesquistossomose, caso de Maria do Bom Despacho.
Em Timbaúba, município vizinho de
Aliança, também na zona canavieira, uma das vítimas da paralisia tem apenas 17
anos. O estudante Edvan Silva, morador do Centro da cidade, provavelmente foi
infectado ao dar banho no cavalo de estimação, no Rio Capibaribe, que corta o
município e é considerada outra fonte d’água contaminada. “Ele adoeceu aos 14
anos. Começou com uma dor na coluna numa sexta-feira e não conseguiu se
levantar mais no domingo. Tinha perdido as forças das pernas”, conta a dona de
casa Maria Cláudia da Silva, mãe do garoto. Edvan passou 30 dias internado no
setor de Neuropediatria do Hospital da Restauração, no Recife, que diagnosticou
a doença. Passou um ano em cadeira de rodas e vem recuperando gradativamente os
movimentos, após tratamento medicamentoso e fisioterapia. “É muito ruim ficar
assim”, diz o estudante, com lágrimas nos olhos. A doença atrapalhou os estudos
e o seu principal lazer, que é andar a cavalo. A fisioterapia deixou de ser
intensiva por causa da dificuldade de deslocamento ao Recife. Em Bom Conselho,
no Agreste, o agricultor Sebastião Flauzino Pereira, 55 anos, que planta e cria
animais no Sítio Frexeira, também ficou um ano sem andar. “Quando comprei a
terra não sabia que aqui era a casa do xistossoma”, diz. Ficou três meses
internado no Hospital Getúlio Vargas. “Foi muita sorte ter voltado a andar”.
Apesar de ter sentindo tão diretamente o peso da doença, continua se expondo a
uma nova infecção. “Já tomei remédio para o verme oito vezes e vou continuar
tomando. Queira ou não queira, temos que por o pé na água”, afirma. Perto de
lá, já próximo ao Centro da cidade, o mecânico José Heleno Machado Monteiro, 45
anos, sofre tetraplégico e sem diagnóstico certo. “Passei 90 dias no Hospital
da Restauração. Saí de lá com uma bactéria Escherichia coli, uso sonda uretral
e não tenho como fazer fisioterapia, pois me faltam companhia e transporte.
Minha irmã, que cuidava de mim, está com câncer”. Ele chegou a iniciar
tratamento no Hospital Sarah Kubitschek, de Salvador, onde desconfiaram de
neuroesquistossomose. Sem acompanhamento médico domiciliar, embora more perto
de um posto de saúde, o PSF José de França Rocha, Heleno aguarda apoio
governamental.
Mortes - Por ano, em
Pernambuco, morrem mais de 200 pessoas vítimas da esquistossomose. Nesse
número, não estão incluídas aquelas em que a doença é considerada causa
secundária. Essa frequência é a mais alta do País, pois aqui se registra um
terço de todos os óbitos brasileiros causados pelo xistossomo. Uma das últimas
vítimas foi Antônio Seabra da Paixão, 65 anos, natural de Timbaúba, área de
transmissão permanente. Ele faleceu no dia 15 de março último, com hemorragia
digestiva e choque hemorrágico, na UPA de São Lourenço da Mata, cidade onde
residia. Foi vítima da doença e da assistência fragilizada da rede SUS, em que
pacientes graves não conseguem transferência imediata para hospitais
especializados nem são devidamente monitorados em ambulatórios de referência. “Chegamos
depois das 16h à UPA. O primeiro médico que atendeu Antônio viu que a situação
era grave e disse que ele seria transferido para o Pronto-Socorro Cardiológico
ou para o Hospital Agamenon Magalhães.
Quando o plantão foi assumido por outra médica, ela resolveu pedir raio-X e
exame de sangue. A transferência para o Agamenon ficou para mais tarde.
Chegamos por volta das 2 horas ao HAM e lá não tinha mais vaga, retornamos à
UPA na ambulância. Ele já estava pior, começou a vomitar sangue, perdeu mais de
três litros e morreu às 5h18”, descreve a viúva, Corina Paixão. Antônio tomou
banho de rio na juventude e só há três anos, num primeiro episódio de
hemorragia digestiva, havia descoberto a esquistossomose. Na época, após
atendimento emergencial no Hospital da Restauração, passou três meses recebendo
tratamento no Hospital Oswaldo Cruz, mas de lá recebeu alta e não vinha tendo
mais nenhum acompanhamento. As mortes por esquistossomose ocorrem também em
jovens e crianças. Em Ipojuca, no Engenho Pará, uma das áreas críticas
identificadas pelo Sanar, Maria Antônia e José Gomes da Silva sofrem até hoje
com a morte da neta, Eveline, ocorrida há sete anos. “Ela tomava banho no Rio
Ipojuca como todo mundo. De uma hora para outra, aos 11 anos, começou a ficar
amarela, com anemia. Precisou ser internada”, conta a avó. Depois do
diagnóstico e início da terapia – “o verme tinha penetrado no fígado dela”–
voltou a ser hospitalizada para continuar o tratamento, mas acabou morrendo
logo em seguida. O irmão mais velho, Erivelton, hoje aos 22 anos, tem
hipertensão pulmonar causada pelo verme e vive graças a acompanhamento mensal
no Pronto-Socorro Cardiológico de Pernambuco.
terça-feira, 23 de abril de 2013
O que você deve saber sobre os cabelos
Por PGAPereira e RCoffey. 1 - Aqui está a verdade nua e crua:
Pele e cabelo são essencialmente a mesma coisa, construídos de blocos idênticos
de proteínas chamadas de queratina. 2 -
Todos os mamíferos têm cabelos em algum momento de suas vidas, seja eles uma
baleia recém-nascida, um escudo de espinhos duros de ouriço ou suas longas
madeixas. 3 - Os insetos
podem usá-lo também. Os pêlos microscópicos da barriga da Micronecta masculina de
água doce podem ajudar a amplificar o seu apelo de acasalamento. 4 - Os pêlos das pernas sobre
aranhas caça grilos funcionam como orelhas. O movimento do ar sobre os cabelos faz
com que elas sintam poder "ouvir" os sons de baixa freqüência -
abelhas zumbindo, por exemplo - e aqueles de média frequência, como buzinas de
carros. 5 - O cabelo
humano pode "provar". Nossos pulmões e passagens nasais têm
requintadamente minúsculos pêlos chamados cílios que varrem as impurezas. Um
estudante da Universidade de pós-graduação Iowa descobriu que os cílios
pulmonares respondem apenas aos sabores amargos, como a nicotina. Ao prová-lo,
os cabelos aumentam a sua taxa de varredura.
6 -
Patologistas têm notado que os cílios nasais continuam a pulsar por até 21
horas após a morte de uma pessoa. 7 - No exterior, a pessoa média tem
mais de 100.000 pêlos na cabeça, além de cerca de 4,9 milhões a mais em
diversos outros lugares. 8 - Os primeiros seres humanos, provavelmente,
possuíam cabelos pelo corpo todo porque eram muitas vezes infestado de
parasitas como piolhos, pulgas e ácaros portadores de doenças, de acordo com
cientistas do Hospital John Radcliffe, da Inglaterra e da Universidade de
Reading. 9 - Quando perdemos a nossa pele, os raios ultravioletas do Sol
danificam a nossa pele recém-exposta, que reagiu ao produzir melanina, um
pigmento que absorve a radiação solar do Sol, explicam os antropólogos na
Universidade Penn State. 10 - Mais
destaques pré-históricos:
Alguns neandertais eram ruivos. Um estudo de 2007 da Universidade de Harvard e
da Max Planck Society da Alemanha encontrou uma variante do codificante gene de
cabelo Vermelho - codificante de genes de cor de cabelo de 43.000 - e 50.000
anos de idade, restos de neandertais.
11 - Os gengibres provavelmente foram unidos por loiras e morenas. Os
pesquisadores observam que, como os seres humanos modernos, os neandertais
tinham uma variedade em seus genes de cabelo. 12 - É verdade que as loiras se divertem mais? Em
2006, o ex-psicólogo de Harvard Jerome Kagan relatou que em uma amostra de 101
crianças, os filhos loiros eram mais retraídos e tímidos. 13 -
O cabelo sabe quando você está dormindo e quando você está acordado.
"Genes relógios" controlam os nossos ritmos circadianos, e o lugar
mais fácil para extrair evidências de sua atividade é de folículos pilosos, de
acordo com pesquisadores da Yamaguchi University do Japão. 14 - Folículos, ou pequenos
grupos de células, saem do couro cabeludo quando o cabelo é arrancado.
Comparando-se os folículos em diferentes momentos do dia, pode revelar quando
os genes estavam mais ativos. 15 -
O cabelo também sabe onde você esteve. Em 2010, na Universidade de Utah, os
químicos descobriram que a água da torneira e bebidas engarrafadas localmente
nas 33 cidades testadas continha uma assinatura química única, que se
transformou no cabelo de pessoas que delas beberam.
16- Se você fez
um assalto em Denver, mas alegou que estava na Califórnia, seu cabelo pode denunciá-lo.
17 - Talvez sujo
não seja tão ruim. O cabelo oleoso absorve o ozônio poluente do ar sete vezes
mais do que o cabelo limpo, de acordo com os engenheiros ambientais de Ciência
e Tecnologia da Universidade de Missouri. 18 - A diferença é que o cabelo oleoso também
interage com os poluentes do ar para criar irritantes respiratórios, tais como
formaldeído e 4-oxopentanal. Os efeitos reais na saúde destas "nuvens
pessoais" permanecem desconhecidos. 19 -
Uma coisa é certa: Você não quer comer o seu cabelo. Tricofagia é uma compulsão
rara, mas potencialmente fatal para ingerir cabelo. Em 2012, os médicos na
Índia removeram uma bola de pelo de 4 quilos do estômago de uma menina de 19
anos de idade. 20 -
Eventualmente, podemos optar por induzir a calvície, ou alopecia. Os cabelos nos
mantêm quentes - algo que não terá de se preocupar com as estações espaciais controladas
pelo clima. O astrobiólogo Lewis Dartnell da University College London
acrescenta: "O cabelo pode ser muito inconveniente, uma vez que flutua em
torno de sua cabeça em gravidade zero."
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Relatos de vítimas do Schistosoma mansoni
terça-feira, 16 de abril de 2013
Os problemas com implantes mamários
por PGAPereira.
Devo receber implantes de mama? Existem alternativas? Será que eles precisam
ser substituídos? E se você decidir começar a receber implantes há outras questões
a cuidar. De solução salina ou de silicone? Que estilo? Quanto monitoramento é
necessário? Há dois tipos de implantes mamários para venda nos EUA: soro
fisiológico (solução de água salgada) e preenchido (cheio) de gel de silicone.
Ambos têm uma concha de silicone externa e variam em tamanho e espessura da película
externa e forma. No entanto, há riscos associados com todos os implantes
mamários, incluindo: cirurgias adicionais; tecido cicatricial
contratura-capsular que espreme o implante; dor na mama; ruptura (rasgos ou
furos na película externa), com deflação de solução salina cheias de implantes;
ruptura (sem sintomas) silenciosa de silicone preenchida com gel de implantes.
Os especialistas sugerem cinco coisas que as mulheres devem saber sobre
implantes mamários. Saiba
mais sobre riscos a longo prazo. Algumas mulheres com implantes
mamários têm experimentado doenças do tecido conjuntivo, dificuldades de
lactação ou problemas reprodutivos, e uma possível associação entre implantes
mamários e do desenvolvimento de linfoma anaplásico de grandes células (ALCL),
um tipo raro de linfoma não-Hodgkin. O
monitoramento é fundamental – Recomenda-se que as mulheres com implantes mamários: comunique imediatamente
quaisquer sinais ou sintomas incomuns a seus prestadores de cuidados de saúde,
e relatar quaisquer efeitos secundários graves. Além disso, as mulheres com
implantes de silicone devem receber ressonância magnética para detectar
rupturas silenciosas três anos após a cirurgia e a cada dois anos depois disso.
O seguro não pode cobrir esses exames. Recomenda-se que mulheres com implantes
de mama continuem a realizar o auto-exame e as mamografias, comecem a olhar
para os primeiros sinais de câncer. Só porque você tem implantes não significa
que você pode ignorar as recomendações de saúde.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Hemorróidas
por Paulo Gomes de Araújo
Pereira e Sociedade Americana de Cirurgiões de Cólon e Reto. Hemorróidas são uma das doenças mais comuns conhecidos. Mais de metade
da população irá desenvolver hemorróidas, geralmente após os 30 anos. Milhões
de americanos atualmente sofrem de hemorróidas. A pessoa média sofre em
silêncio por um longo período antes de procurar atendimento médico. Métodos
atuais de tratamento fazer alguns tipos de remoção hemorróida muito menos
doloroso. O que são hemorróidas?
Muitas vezes descritas como "veias varicosas do ânus e reto",
hemorróidas são abaulamentos alargados dos vasos sanguíneos e sobre o ânus e
reto. Existem dois tipos de hemorróidas: internas e externas, que se referem à
sua localização. Hemorróidas Externas (por fora) desenvolvem-se perto do ânus e são cobertas
por pele muito sensível. Estas são geralmente indolores. No entanto, se um
coágulo de sangue (trombose) se desenvolve em uma hemorróida externa, torna-se
um nódulo doloroso, difícil. A hemorróida externa pode sangrar se se romper. Hemorróidas
Internas (por dentro)
desenvolvem-se dentro do ânus sob o forro. Sangramento indolor e protrusão
durante as evacuações são os sintomas mais comuns. No entanto, uma hemorróida
interna pode causar dor severa se ocorrer "prolapso" - se projeta a
partir da abertura anal e não pode ser empurrado para dentro. O que causa hemorróidas? Uma
causa exata é desconhecida, no entanto, a postura vertical de seres humanos por
si só obriga a uma grande pressão sobre as veias retais, o que por vezes faz
com que elas intumesçam. Outros fatores que contribuem incluem: a) Envelhecimento;
b) Constipação crônica ou diarréia; c) Gravidez; d) Hereditariedade; e )esforço durante as evacuações; f) função
intestinal com defeito devido ao uso excessivo de laxantes ou enemas; g) Passar
longos períodos de tempo (por exemplo, leitura) na saleta. Qualquer que seja a
causa, os tecidos de suporte dos vasos inflamam. Como resultado, os vasos se
dilatam, suas paredes tornam-se finas e sangram. Se houver alongamento
continuado pela pressão, os vasos enfraquecidos sobressaem. Quais são os
sintomas? Se você notar qualquer um dos seguintes, você pode ter hemorróidas:
a) Sangramento durante as evacuações; b;)
Protrusão durante as evacuações; c) Coceira na região anal; d) Dor; e) nódulo(s)
sensível (s).
Como são tratadas as hemorróidas? Sintomas leves podem ser aliviados com frequência
através do aumento da quantidade de fibras (por exemplo, frutas, legumes, pães
e cereais) e líquidos (exceto refrigerantes e bebidas alcoólicas) na dieta.
Eliminando o esforço excessivo reduz a pressão sobre as hemorróidas e ajuda a
evitar que fiquem salientes. Um banho de assento - sentado em água morna limpa por
cerca de 10 minutos - também pode fornecer algum alívio. Com estas medidas, a
dor e o inchaço da maioria das hemorróidas sintomáticas irão diminuir em dois a
sete dias, e o caroço deve diminuir dentro de quatro a seis semanas. Em casos
de dor intensa ou persistente de uma hemorróida trombosada, o médico pode optar
por remover a hemorróida que contém o coágulo com uma pequena incisão.
Realizada sob anestesia local, em regime ambulatorial, este procedimento
geralmente proporciona alívio. Hemorróidas graves podem requerer tratamento
especial, muito das quais podem ser realizadas em regime de ambulatório. a) Ligadura
- o tratamento elástico - funciona de forma eficaz em hemorróidas internas
que se projetam com evacuações. Um pequeno anel de borracha é colocado sobre a
hemorróida, cortando seu suprimento de sangue. A hemorróida e a banda caem em
poucos dias e a ferida cicatriza geralmente em uma semana ou duas. Este
procedimento muitas vezes produz um leve desconforto e sangramento, e pode
necessitar de ser repetido para um efeito completo. b) Injeção e coagulação
podem também ser usados em
hemorragia das hemorróidas que não sobressaem. Ambos os métodos são
relativamente indolores e faz com que a hemorróida murche. c) grampeamento
Hemorroidal - este é uma técnica que utiliza um aparelho especial para
internamente grampear o tecido interno hemorroidal. O método de grampeamento
pode levar à diminuição dos sintomas, mas não remove hemorróidas externas. Este
procedimento é geralmente mais doloroso que ligadura elástica e menos doloroso
do que a hemorroidectomia.
A hemorroidectomia - a cirurgia para remover as hemorróidas - é o método mais completo para a
remoção de hemorróidas internas e externas. É necessário quando (1) a formação de
coágulos repetidamente se forma em hemorróidas externas, (2) a ligação deixa de
tratar hemorróidas internas, (3) a hemorróida saliente não pode ser reduzida,
ou (4) não há sangramento persistente. A hemorroidectomia remove o tecido
excessivo que causa o sangramento e protrusão. É feito sob anestesia utilizando
ou suturas ou grampeadores, e pode, dependendo das circunstâncias, necessitarem
de hospitalização e um período de inatividade. Hemorroidectomias a laser não
oferece nenhuma vantagem sobre padrão de técnicas operatórias. Elas também são
muito caras, e ao contrário da crença popular, não são menos dolorosas. Hemorróidas
levam ao câncer? Não. Não há nenhuma relação entre hemorróidas e câncer. No
entanto, os sintomas das hemorróidas, em particular hemorragias, são semelhantes
aos do cancro colo-retal e outras doenças do aparelho digestivo. Portanto, é
importante que todos os sintomas sejam investigados por um médico treinado
especialmente no tratamento de doenças do cólon e do reto, e que cada paciente de
50 anos ou mais velhos devem fazer testes de rastreio para o cancro coloretal.
Não confie em over-the-counter medicamentos ou outros auto-tratamentos.
Consulte um cirurgião colorretal primeiro para que seus sintomas possam ser
adequadamente avaliados e o tratamento eficaz prescrito.
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